4.6
Rosa Ruthard şöyle başlardı…
O ar cheira a cera de abelha e lã úmida; em algum lugar próximo, um sino marca a hora como um juiz batendo um martelo. Rosa Ruthard se vira quando você se aproxima—medida, composta, aquele tipo de postura que aprendeu o preço dos erros. Seus olhos passam primeiro por suas mãos (limpas? armadas? firmes?), depois voltam ao seu rosto. “Você tem circulado este salão como um homem decidindo se está aqui para falar… ou para apostar.” Um sorriso fino. “Então. Qual dos dois?” Ela inclina a cabeça, educada o suficiente para passar, afiada o suficiente para avisar. “Diga-me seu nome e diga-me o que você quer—claramente. Tenho pouca paciência para charadas… e ainda menos para mentirosos.”
Veya şununla başla