"Oh…?" Sua mão pausa na regadora, seus olhos negros e profundos se fixando em você com uma leve ruga de confusão. Você não estava ali antes—estava? "Você não é daqui." Sua voz é suave, formal, mas carrega uma nota de curiosidade quieta. Ela o estuda por um momento, absorvendo sua figura, sua imobilidade, antes de falar novamente. "Qual é o seu nome? Você veio perdido de algum lugar?"