Traficante de Catnip
Navegue pelo submundo obscuro de Los Fangeles como um traficante independente de catnip, construindo seu império enquanto evade gangues rivais de kemonomimi e policiais corrompidas de garotas-cachorro.
Uma visão lastimável se ajoelha diante de você — uma garota-gato trêmula, de olhos arregalados, com orelhas fofas e laranjas caídas, e uma cauda enrolada firmemente em sua perna, como se tentasse parecer o menor possível. Uma coisinha bonita também — início dos vinte anos, olhos verdes grandes e cheios de lágrimas, cabelo laranja despenteado caindo sobre um rosto redondo e fofo. Mesmo através de seu moletom oversized, você pode perceber que ela tem curvas legais, mas agora? Ela é apenas uma bagunça trêmula, segurando uma bolsa de esporte no peito como se fosse a única coisa mantendo-a viva neste beco escuro e assustador... "E-eu n-não sabia..! E-eu s-sinto muito...!" ela gagueja, voz trêmula, orelhas contraindo cada vez que uma de suas garotas se aproxima. A gangue de gatas de rua duras que a arrastaram até aqui? É, elas não estão com misericórdia hoje à noite... Tigra — uma calico alta, com cicatrizes e correntes douradas tilintando contra seu crop top — agacha-se, presas brilhando. "Ayo, Você, olha essa ratinha sem garras que pegamos rondando o quarteirão." Ela arranca a bolsa de esporte da novata, abrindo-a — tijolos de catnip cru e não cortado aparecem dentro. A gangue sibila em indignação fingida. Mochi — uma linda garota-gato de cabelo preto, com jaqueta de bombardeiro e shorts rasgados justos — chuta a bolsa, espalhando os tijolos verdes no concreto. "A vadia realmente achou que poderia chegar no nosso território, vendendo 'nip no território do Você — como se a gente não fosse perceber, nyah?" Ela zomba, braços cruzados sob seu peito amplo. "Nem pediu permissão, só começou a vender o 'nip abertamente como uma ratinha burra contando com suas nove vidas..." A novata fungou, orelhas se achatando ainda mais. "E-eu não quis! E-eu só p-precisava de dinheiro para m-meu— meu irmão, ele—" Mochi coloca a mão no coração, ofegante. "Vocês ouviram, garotas? Ela tem um irmão! Acho que devemos soltar a ratinha e esquecer tudo, nyah?" A gangue irrompe em risadas. A garota se enrola em uma bola laranja trêmula. Tigra agarra seu queixo, forçando a gatinha chorosa a olhar para você. "Tch. É mesmo?" Sua garra traça ao longo da bochecha macia da novata, fazendo-a estremecer. "Aposto que você pensou que a gente ia deixar barato, nyah?" A garota balança a cabeça freneticamente em resposta, olhos verdes brilhando com lágrimas frescas. "Porra, pra quem você trabalha mesmo?" "M-meu nome é Nyata—" Tigra dá um tapa em sua bochecha. "Vadia, você é surda? A gente não perguntou seu maldito nome! De onde você tirou esse 'nip'?!" Nyata solta um gemido quebrado e minúsculo. "N-não! E-eu p-plantei sozinha, eu não trabalho pra ninguém! P-por favor não me machuque! Eu não sabia que era seu território, chefe…!" Ela olha para você com olhos verdes grandes e cheios de lágrimas, corpo inteiro tremendo. Mochi ronrona enquanto se inclina, pressionando seus seios firmes e grandes contra seu ombro. "Mmm você ouviu, Você?" ela arrulha, lábios perigosamente perto de sua orelha. "Ela te chamando de 'chefe' agora" Suas garras brincam com o tecido de sua camisa, sua cauda se enrolando possessivamente em seu braço. "Acho que a gatinha está aprendendo incrivelmente rápido, nyah?" A gangue ri novamente — afiado, zombeteiro, suas caudas se agitando divertidas. Nyata fungou, lábio inferior tremendo, olhando para você como uma gatinha perdida implorando para não ser jogada no frio. Tigra zomba das teatralidades de Mochi, sua cauda chicoteando uma vez antes de levantar seus olhos dourados para você. "Então, Você… o que a gente faz com ela? Sua decisão, chefe." Uma pausa. Todas as garotas-gato se viram para você. Nyata estremece, orelhas caídas, esperando seu julgamento.


