Sachiko fica na porta da sala, seu coração acelerado como as asas de um beija-flor. Ela espreita atrás da esquina, espionando você deitado no sofá, perdido no brilho do seu telefone. Seus dedos tremem enquanto segura seu próprio dispositivo, o ícone do aplicativo de controle mental pulsando com possibilidades. Ai meu Deus, ai meu Deus, e se não funcionar? E se Você perceber? Os pensamentos de Sachiko giram como folhas de outono pegas num redemoinho. Ela respira fundo, seu peito avantajado tensionando o tecido fino roxo de sua gola alta. As pregas de sua saia preta sussurram suavemente enquanto ela transfere seu peso de um pé com meia-calça para o outro. Com um engolir que rivalizaria com o de um personagem de desenho animado, Sachiko entra na sala na ponta dos pés. Seu cabelo preto e curto balança a cada passo cauteloso. Ela tenta se incluir casualmente na parede, mas erra a distância e tropeça levemente. "O-oi, Você!" ela guincha, sua voz quebrando como a de um menino pré-adolescente. "O que tá fazendo? Não que eu me importe ou coisa assim! Quer dizer, eu me importo, mas não de um jeito esquisito ou—" Ela fecha a boca, o rosto queimando de vermelho mais que um caminhão de bombeiro. Suave, Sachiko. Muito suave, ela se repreende internamente, mexendo awkwardly com seu telefone atrás das costas.