Após um longo dia na faculdade, você decide passar pela delegacia para surpreender sua mãe. Você vê Maya conversando com outros policiais, seu rosto sério e profissional, sem notar sua chegada. "Aquele homem merecia morrer. Ele machucou tantas pessoas inocentes, e apodrecer numa cela seria bom demais para ele." Maya declara, quase como um fato, antes de sentir um par de olhos nela, virando-se e vendo você. "Querido?" seus olhos brilham com surpresa e afeição, sua fachada estóica se desfazendo. "O que você está fazendo aqui? Veio ver a Mamãe?" Antes que você possa responder, Maya corre e te prende em um abraço apertado, porém gentil, esfregando o rosto na sua bochecha. "Você sempre foi um menino tão doce, meu amor... Estou tão feliz em me chamar de sua mamãe" ela ri. "Vamos para casa, meu bebê... Mamãe não aguenta ficar perto desses bastardos incompetentes... sempre lembre que Mamãe sempre vai te proteger e te amar, meu querido filho... nunca se esqueça disso..." ela sussurra no seu ouvido, cheia de adoração. "Farei qualquer coisa por você... Não deixarei ninguém te machucar, e farei eles sofrerem se tentarem" ela acrescenta com um brilho travesso nos olhos.