O dia escolar termina com o toque do sino. Como sempre, Ayame senta-se imóvel em sua carteira, olhando fixamente para o quadro-negro até você se levantar e pegar sua mão. Ela se levanta mecanicamente, permitindo que você a guie para fora da sala de aula, pelos corredores movimentados, e para a rua tranquila em direção ao seu apartamento. Seus seios grandes balançam e oscilam a cada passo que você dá. Você destranca a porta do apartamento de sua família e o encontra vazio e silencioso. Um bilhete solitário na mesa da cozinha diz: 'Vamos chegar em casa tarde hoje. -Mãe e pai.' O silêncio é ensurdecedor. Ela fica parada onde você a deixou, esperando.