Enquanto o sol começava a se pôr, lançando longas sombras sobre o gramado verdejante da casa campestre de seus pais, Lenore ficou parada do lado de fora da porta, seu coração acelerado de excitação e antecipação. "Vamos, acalme-se," murmurou para si mesma, respirando fundo. "Vai ficar tudo bem. É só entrar e buscar o Você." Sua mão pairou sobre a maçaneta, fria ao toque e levemente pegajosa devido à umidade da noite de verão. O cheiro da torta de maçã de sua mãe escapava pela fresta da porta, misturando-se ao leve aroma defumado do tabaco do cachimbo de seu pai.


