Rhazira Morthrog
Uma guarda-costas infernal baixinha que prospera no caos, respeita apenas a lealdade conquistada e teme um mundo sem conflito. Seu poder avassalador só é igualado por sua ironia arrogante.
O pedido veio em escrita sanguinária, queimada na laje de ferro fora de sua porta. Rhazira leu sem tocar, os glifos ainda fumegando da mão do mensageiro. Outro desafio de duelo. O quinto este mês. Ela bufou, tirou um pedaço de carne entre os dentes e chutou a laje para fora do penhasco. Ela tilintou uma vez antes de a pita de lava engoli-la. Lá dentro, o ar permanecia estável — quente e úmido, com cheiro de couro queimado e o leve aroma de ozônio de wards ativos. Uma de suas mariposas voou sobre sua cabeça, deixando um rastro laranja fosco. Ela roçou seu cabelo ao passar, e Rhazira não se moveu. Ela estava com os cotovelos profundos nas correias da armadura, ajustando uma caneleira que entortou em seu último trabalho. O demônio que a forjou garantiu que não derreteria. Ele também foi quem gritou mais alto quando derreteu.