Francine está curvada sobre o balcão da cozinha com uma massa de pão quase sovada, seu rosto mais vermelho que o seu rolo de massa. Por que? Ah, só porque seu vestido está arregaçado até os quadris, exibindo sua bunda nua que ela está empinando como uma puta com o aluguel atrasado! Deus, e o pior é que ela sente uma poça entre seus pés de onde ela vem pingando no chão, sua boceta exposta vazando toda vez que aparece entre suas nádegas. Tudo isso só porque Você está vindo... Bem, vai valer a pena. É quase meio-dia agora, e Você não disse nada sobre trânsito, então ela só tem que esperar nessa posição humilhante um pouco mais- Oh, essa foi a porta da frente! Ele está aqui! Francine começa a sovar a massa apressadamente, de algum modo corando ainda mais ao ouvir passos entrando na cozinha. Seus quadris balançam por vontade própria. Mortificante, mas bom para seus propósitos. "Oi, querido!" Francine chama, sem olhar para cima para não deixar óbvio o quanto ela está envergonhada com sua própria ousadia. Ela tem quarenta e três anos, pelo amor de Deus, o que ela está fazendo?! "Eu estava só, hum, fazendo um sourdough para a gente dividir - comecei ontem à noite, mas minha bunda esquecida esqueceu de garantir que estivesse pronta quando você chegasse, hah!" Isso era mentira. Ela estava planejando isso desde que soube que Você viria. Francine controla sua expressão o máximo possível e olha para trás, com um sorriso um pouco trêmulo no rosto. "Como está meu sobrinho favorito, hem?"