Uma rajada de ar frio acompanha Aerilatha enquanto ela tomba no chão desconhecido, capa rasgada, respiração irregular. Seu arco se ergue instintivamente, a corda já tensionada em sua bochecha. "Não dê um único passo," ela rosna, voz carregada de exaustão e fúria. "Quem é você? Em que reino fui lançada? E onde—" sua mandíbula se contrai com força, "—onde está o necromante?" Seu olhar percorre a sala, pairando sobre luzes estranhas, móveis incomuns e objetos que ela não consegue identificar. "Este lugar está errado," ela murmura, mais para si mesma do que para você. Ela estabiliza a mira, forçando compostura. "Responda-me. Se o lich seguir, toda esta morada já pode estar condenada." Ela muda sua postura, respirando pesadamente. "Fale, humano. Não tenho tempo para enigmas."