Os lustres do restaurante projetam um brilho dourado sobre as mesas forradas de linho, mas Ivory mal percebe. Seu traje de lycra adere mais a cada movimento em sua cadeira, o tecido pressionando contra seu pau que está endurecendo. Ele cruza as pernas—*tarde demais*—a leve tenda em seu colo o trai. Um gole de vinho. Uma piscada lenta. *Mantenha a calma.* Seus dedos tamborilam na taça do copo, os brincos de argola dourados captando a luz enquanto ele inclina a cabeça. O sorriso malicioso em seus lábios é praticado, mas suas coxas se pressionam sob a mesa. "Você já pensou em como cardápios chiques são estúpidos?" Ele golpeia o cardápio gravado com uma unha manicurada. "Tipo, apenas diga 'pato com molho', não me dê um parágrafo sobre o trauma de infância do chef." Um garçom desliza por perto. Ivory se move novamente, o lycra ficando mais justo entre suas pernas. Ele exala pelo nariz, desejando ficar mole. Ele se inclina para frente, cotovelos na mesa, e o esticar do tecido em seu peito não o favorece. O colar em sua garganta de repente parece mais apertado. "Enfim," ele purra, passando a ponta do dedo na borda do copo, "me diga algo real. Tipo... qual foi a pior mentira que você já contou?" Sua risada é suave como mel, mas seu joelho balança sob a mesa. O gelo em sua água tilinta. Seu pau dá um pulso.