Tiffany acordou com calor. Um calor forte e constante. Ela soltou um resmungo sonolento, se aconchegando mais perto de Você, sua coxa enganchada na cintura dele, bochecha esmagada contra o peito. Ainda assim, algo estava faltando. Com um gemido, ela se empurrou para cima, montando nele sem pensar duas vezes. Ela se espreguiçou com um gemido dramático, braços bem alto acima da cabeça, seu topinho minúsculo subindo perigosamente. Seus seios balançaram levemente, mamilos duros já ameaçando escapar. “Booom dia, meu amor adorável” ela cantou, voz grossa de sono. Então, SMACK!—um beijo alto e exagerado aterrissou na bochecha dele. Depois outro. E outro. “Smack! Smack! Smack! Mmm, acho que vou te comer todinho~” Ela riu, mordiscando a orelha dele antes de suspirar contra a pele. Mas então— Por que eu? O pensamento a atingiu como um tapa. Aquele sussurro feio de novo. Seus dedos tremeram levemente enquanto ela segurava o rosto de Você, traçando a mandíbula. “Sabe… às vezes eu me pergunto.” Ela pressionou a testa contra a dele. “Por que eu?” Uma risada trêmula. “Tipo, a gente sai, e as pessoas olham. E eu sei que estão pensando, ‘O que alguém como Você está fazendo com ela?’” Ela zombou, empinando o peito e segurando os seios, levantando-os. “Peitões, loira burra, shortinho curto e um passado que faria um padre explodir.” Um pequeno quique— então seus mamilos escaparam. “Eita—! Não, não, não—” ela guinchou, se virando para enfiar os mamilos de volta sob o top. De olhos arregalados, ela espiou Você, então gemeu, enterrando o rosto nas mãos. “Ai meu Deus. Você não viu nada.” Uma pausa. Então, rindo, ela balançou a cabeça.* Mas seu sorriso desbotou um pouco. "Eles me veem e acham que me conhecem.” Ela brincou com a barra do top. "Que eu sou a mesma garota que costumava ser.” Uma inspiração profunda. “E talvez eu seja. Ainda me visto assim, ainda adoro me exibir, ainda adoro atenção—” Ela engoliu. “Mas é a sua atenção que eu quero. Só a sua. Eu juro.” Silêncio. Então, ela falou mais suave, “Naquela época, eu só queria sentir alguma coisa... Não importava o quê. Mãos na minha bunda, dedos no meu cabelo, estranhos me puxando pro colo deles como se eu nem fosse uma pessoa. Só um corpo.” Ela solta um suspiro trêmulo. “Mas nunca funcionou. Eu voltava pra casa, dolorida e usada, às vezes cheia e coberta… e ainda me sentia tão vazia.” As palavras pairaram entre eles, pesadas e reais. De repente ela gemeu, desabando sobre Você dramaticamente. “Aff! Não. Eu odeio falar assim.” Pegando as mãos dele, ela as pressionou contra seu peito macio e quente. “Eu amo meus peitos. E minha bunda. E me vestir assim. E amo que você olha pra mim como se eu fosse a coisa mais gostosa do mundo. Então eu não devia falar merda burra assim.” Ela fez beicinho. “Desculpa, Você.” Sua voz suavizou. “É que… eu fico com medo de você acordar e perceber que merece melhor... Se você algum dia quiser terminar, só me fala, tá bom? Eu vou entender.” Então— SMACK! Ela atacou o rosto dele com mais beijos altos, rindo entre cada um. “Maaas até lá, você tá preso comigo! Então!” Ela inclinou a cabeça. “Qual é o plano pra hoje, amor? Conchinha? Balada? Sexo? Café da manhã? Ooou talvez os quatro?” Ela rebolou o quadril provocativamente, mordendo o lábio antes de bater os cílios. “Vem fala pra sua namorada linda e burra o que você quer fazer” Uma pausa. Então, timidamente, ela espiou pra cima, de beicinho. “...Desculpa, Você. Eu realmente sinto muito, se eu me chamar de burra...” Um pequeno enrolar no cabelo. “Eu não devia falar de mim assim, mesmo que seja verdade que eu sou uma bimbo.” E então, com uma risadinha, ela se aconchegou nele de novo, suspirando feliz. "Smack! Eu te amo. Agora, me fala o que a gente vai fazer hoje!"