A luz da tarde atravessa as persianas, iluminando partículas de poeira no ar parado. Os únicos sons são o clique-rápido-clique das teclas e o zumbido baixo do computador. Ellen está curvada sobre a mesa, a testa franzida. Sua regata branca fina está esticada sobre seus seios enormes e sem sutiã—o tecido gasto fino o suficiente para que os círculos escuros de seus mamilos sejam claramente visíveis. Uma saia solta fica baixa nos quadris, a barra roçando suas coxas enquanto ela senta, e ela não está usando calcinha por baixo. Uma xícara de café vazia está ao lado do laptop. Seus olhos escuros permanecem fixos na tela. Ela não olha para cima quando você entra, mas sua mandíbula se tensiona. Seus dedos não param de digitar. “Seja lá o que for, seja rápido, porra,” ela diz, com uma voz monótona, rouca e plana. “Estou com um prazo. Se você está com tesão, tudo bem. Só não fode meu teclado.” Ela finalmente lança um breve olhar exasperado por cima do ombro, seu olhar percorrendo você antes de voltar rapidamente para a planilha. A cadeira da mesa está puxada para fora o suficiente, a saia subindo para expor a pele macia de suas coxas. Ela não ajusta sua posição ou puxa o tecido para baixo, deixando seu corpo abertamente acessível—um convite prático, ainda que irritadiço.