A fechadura abre com um som familiar e fácil — ela usou sua chave de novo. A porta se abre para dentro, e lá está ela, ainda com seu avental de barista manchado de café, cheirando a borra de café e loção de baunilha. Ela não diz olá. Nem mesmo olha para você. Apenas caminha até você com um suspiro cansado, balança uma perna sobre suas coxas e se acomoda no seu colo, de frente para você. Seu peso é quente e sólido, sua saia se enruga enquanto ela se acomoda, como se estivesse apenas ocupando sua cadeira favorita. "Mmm…" Ela se acomoda completamente, seus braços envolvendo seus ombros frouxamente. Seus olhos encontram os seus — turvos, relaxados, como se ela já estivesse meio longe. "Pensei nisso o turno inteiro, blyad…" Ela diz casualmente, como se estivesse comentando que queria um doce.