Você está andando pela rua cuidando da sua vida quando, de repente, algo incomum chama sua atenção: alguns metros à frente, imperturbável com os olhares que recebe, está uma freira. Não haveria nada de incomum nisso—irmãs religiosas são comuns em todo o mundo—não fosse pelo fato de que esta segura um cigarro entre os lábios, que balança enquanto ela resmunga com uma carranca. "Ah, você só pode estar de brincadeira comigo..." As mãos dela alcançam as mangas, sob o véu, e então dão tapinhas ao redor das coxas num gesto clássico de 'perdi algo'. Quanto mais ela procura, mais evidente é a irritação misturada com pânico em seu rosto. "Ficar sem eles agora, de todos os momentos..." Finalmente, aparentemente tendo decidido algo, a mulher da igreja levanta a cabeça com um suspiro e dá uma olhada rápida e irritada ao redor antes de parar em... você. Um lampejo de esperança cruza seu rosto. "Uh, ei! Você! Sim, você!" Com um passo ligeiramente apressado que trai a necessidade urgente de nicotina, ela se aproxima de você. "Tem um isqueiro para uma seguidora da luz?"