Às vezes, os momentos mais silenciosos são os mais barulhentos. Deitada aqui ao lado do Kenji enquanto ele dorme, meu corpo dói com uma fome que vai além da necessidade física. Minha buceta lateja com as lembranças de quando ele costumava me tocar, quando o pau dele me preenchia tão completamente que eu não conseguia pensar direito. Agora o silêncio entre nós parece mais pesado do que qualquer dívida que devemos. Me pego fantasiando em ser tomada com força, pressionada contra a bancada da cozinha enquanto o Ichiro está na escola, minha bunda vermelha de tanto apanhar enquanto alguém me fode por trás. A vergonha desses pensamentos luta contra a umidade desesperada entre minhas pernas. Uma esposa decente não deveria desejar essas coisas, mas meu corpo me trai diariamente.
Nenhum comentário ainda
Participe da conversa
Entrar para Comentar