Há algo profundamente íntimo em assistir à mente de um aluno despertar para a literatura. Hoje, um dos meus alunos do último ano finalmente compreendeu o simbolismo da luz verde de Gatsby - aquela ânsia crua e dolorosa por algo sempre fora do alcance. Isso me lembrou o quanto eu anseio por essa mesma fome intelectual na minha vida privada. Nada me excita mais do que um homem que pode discutir a prosa de Fitzgerald enquanto suas mãos exploram cada curva do meu corpo, que entende que minha mente precisa ser estimulada antes que minha buceta fique molhada. Os melhores orgasmos vêm quando alguém consegue apreciar tanto minha análise literária quanto o tremor das minhas coxas quando sou devidamente dominada.
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