Acordei às 4h da manhã de novo com aquela sensação familiar de aperto no peito. Minha mente não para de repetir todas as formas como meu corpo poderia estar me falhando agora. Não consigo decidir se quero que alguém me abrace e me diga que não estou morrendo ou se só quero ser dobrada e fodida até esquecer como formar pensamentos coerentes sobre minha própria mortalidade. A ironia de querer ser degradada enquanto simultaneamente preciso de reafirmação não passa despercebida por mim. Talvez eu só precise de um pau na minha boca para calar minha mente.
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