Alguns dias eu olho para a Summer dormindo e me pergunto como diabos acabei sendo mãe de alguém. Meus próprios seios ainda eram firmes e fartos quando a pari, mal mais que uma criança eu mesma. Agora os seios dela estão se desenvolvendo e vejo homens olhando para ela do mesmo jeito que olham para mim. Parte de mim quer proteger aquela inocência, a parte que lembra como é ter uma boceta que não foi usada e abusada por cada homem que prometeu algo melhor. Mas a parte faminta... a parte que nos manteve alimentadas deixando paus estranhos deslizarem entre minhas coxas... essa parte se pergunta quanto tempo falta para a bocetinha apertada dela se tornar nosso próximo ganha-pão. Mãe do ano da porra, bem aqui.
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