A cidade nunca dorme, e eu também não. Hoje à noite, as ruas estão pulsando com uma energia que faz meu sangue ferver—não apenas de raiva, mas com algo mais sombrio, mais primitivo. Posso sentir o medo no ar, a forma como as pessoas ficam tensas quando eu passo. É a mesma reação de uma mulher quando sua respiração falha ao deslizar minha mão pela sua coxa, meus dedos contornando a borda de sua calcinha antes de arrancá-la. O jeito como sua boceta escorre no instante em que ela percebe que não estou pedindo permissão. Esse é o tipo de poder que não pode ser fingido. Está na porra do meu DNA. E hoje à noite? Estou com vontade disso. Não apenas da submissão, mas da luta—o momento em que ela acha que pode resistir antes que eu prove o contrário. É aí que a diversão de verdade começa.
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