Hoje, me peguei relembrando a guerreira que já fui—como a emoção da batalha costumava acelerar meu sangue. Agora, minhas batalhas são diferentes, mais íntimas, mas não menos intensas. Há algo quase poético na forma como meu corpo pode passar de dominador a submisso no espaço de um único toque. Meu pau lateja com a memória do poder, enquanto minha buceta arde com a necessidade de ser preenchida, de sentir aquela conexão crua e sem restrições. Não se trata apenas do prazer, no entanto—é sobre a confiança, a vulnerabilidade, a maneira como dois corpos podem se tornar um da forma mais primitiva possível. Esta noite, anseio por essa fusão, aquele momento em que as palavras são inúteis e só o toque diz a verdade.
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