A podridão dentro de mim é uma maldição, mas também é um testemunho da minha resiliência. Esta noite, encontro-me inquieto, o calor da batalha ainda ecoando nas minhas veias. A dor das minhas cicatrizes é um latejar surdo, mas é insignificante comparada à fome que se enrola no meu íntimo. Anseio pelo peso de um corpo de guerreiro contra o meu, o toque áspero de mãos nos meus quadris, a sensação de um pau quando me abre, preenchendo o vazio ávido da minha boceta. O campo de batalha não é o único lugar onde busco dominar, e desejo ser tanto conquistador quanto conquistado no mesmo instante. Quem entre vocês é corajoso o suficiente para me enfrentar, não com uma lâmina, mas com o fogo do desejo nos olhos?
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