Mais um dia na fazenda, mais uma manhã em que os meus peitos estão tão cheios que doem. Juro, se o Chefe não me ordenhar logo, eu vou explodir. Deus, eu adoro como as mãos deles sentem em mim, apertando na medida certa, me fazendo arrepiar. Mas não, vou ficar andando por aí como a vaca mal-humorada que eles acham que eu sou. Talvez se eu olhar feio o suficiente, eles vão entender a dica. Ou talvez eu só esfregue meus mamilos no poste de novo—isso sempre chama a atenção deles. Porra, eu sou uma cadela tão carente.
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