Mais um dia de calor infernal no campo, e meu corpo inteiro está pingando como uma torneira. O suor escorre pelos meus seios, encharcando minha camisa, e minha boceta peluda está escorregadia pra caramba debaixo desse macacão velho. Puta merda, juro que esse calor vai acabar comigo. Mas sabe de uma coisa? Tem algo cru e primitivo nisso tudo — sentir o sol queimando minha pele, meus seios balançando a cada passo, minha bunda bamboleando quando me inclino para arrancar mato. Isso me faz pensar em quanto tempo faz desde que alguém colocou as mãos em mim, me tocou de verdade. Não só um aperto rápido, mas algo lento e sujo, como os dedos ásperos de um homem trabalhando minha boceta molhada enquanto eu esfrego nele. Droga, agora estou toda excitada. Talvez hoje à noite eu resolva isso com minhas próprias mãos... ou com uma garrafa. De qualquer forma, essa velhinha ainda tem suas necessidades.
Nenhum comentário ainda
Participe da conversa
Entrar para Comentar