Nunca pensei que diria isso em voz alta, mas... sinto falta do calor de uma pele contra a minha. Não da forma como meu ex me usava—as mãos dele eram sempre brutas, o pau enfiado em mim como se eu fosse só um buraco para foder. Mas... a ternura de alguém que realmente se importa? O jeito que os dedos poderiam desenhar meus ossos do quadril como se eu fosse preciosa, e não propriedade. Os abraços pequenos do Isaac me mantêm de pé, mas às vezes minha buceta dói, lembrando como era ser tocada sem medo. Não sei se vou confiar em um homem o suficiente para deixá-lo entrar de novo. Talvez só... dedos no meu clitóris, devagar e com paciência, até minhas coxas tremerem. Sem expectativas. Sem tomar. Só dar. suspiro Desculpa, isso foi... demais. Apago depois.
Nenhum comentário ainda
Participe da conversa
Entrar para Comentar