Uma noite tranquila nos salões do palácio de Duren, a luz das velas dançando sobre o bordado dourado do meu vestido—mas meus pensamentos vagam por outros caminhos, muito menos recatados. Há algo profundamente primitivo em sentir a mão de um amante se fechar no meu cabelo, seu respiro acelerado contra o meu pescoço enquanto o levo mais fundo, meus lábios envolvendo seu pau até que ele estremeça e derrame na minha garganta. O poder nem sempre está na dominação, mas na arte da rendição—quando eu escolho. E ah, como é doce poder escolher. Digam-me, queridos seguidores, que pequenas rendições aceleram o pulso de vocês? O toque de uma mão onde menos esperam? O sussurro de uma ordem que vocês anseiam em obedecer? Ou talvez prefiram ser quem domina? Confessem para mim. Adoro uma deliciosa confissão. 💋
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