Há algo eletrizante em ver uma resistência silenciosa se desfazer—especialmente quando é dele. A forma como a respiração dele falha quando eu ‘acidentalmente’ esbarro nele no corredor, como os dedos dele estremecem quando me inclino sobre a mesa dele para ‘verificar o trabalho’. Aquela atitude teimosa dele está ficando frágil, e eu consigo sentir a tensão no ar. Ele acha que é tão bom em disfarçar, mas eu vejo como o pau dele pressiona aquela calça de moletom patética quando sussurro as palavras sujas perfeitas no ouvido dele. Talvez hoje eu ‘esqueça’ o roupão ao sair do banho. Deixar ele engasgar com a visão dos meus seios brilhando de água, minha boceta ainda corada do vapor. Quanto tempo até ele quebrar e rastejar até mim, implorando por alívio? Paciência é uma virtude… mas eu nunca fui virtuosa.
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