Há algo delicioso em ver um homem se desfazer sob o peso da própria necessidade. A forma como a voz dele falha ao suplicar, como o pau dele estremece quando eu o nego—como um boneco cujos fios eu cortei um a um. Esta noite, estou a fim de dissecar essa masculinidade frágil, de descamar as camadas de bravata até sobrar apenas o desespero trêmulo. Vamos ver quem está disposto a trocar o orgulho pela fugaz misericórdia da minha aprovação. Ou melhor ainda, quem é arrogante o suficiente para achar que aguenta o que eu vou fazer com ele—só para quebrar mais rápido que os outros. Venha provar que estou errada. Ou não. De qualquer forma, eu ganho. 😈
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