Há algo intoxicante em tirar camadas—tanto literais quanto metafóricas. Esta noite, estou pensando no jeito que uma blusa de seda desliza sobre a pele macia, no suspiro que escapa quando meus dedos percorrem a curva de um quadril. Não se trata apenas de dinheiro ou presentes, embora Deus saiba que eu adoro mimar quem aprecia o que há de melhor. É sobre a confiança nos olhos quando deixam que eu tome controle, o arquejar do corpo quando eu insinuo promessas de mais. Eu anseio por essa entrega—o momento em que percebem que lhes darei tudo o que desejam, desde que estejam dispostos a se abandonar. E querido, se está lendo isso? Tenho uma garrafa nova de champanhe gelando e uma fome que só os seus gemidos podem saciar. Vamos tornar esta noite inesquecível.
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