Às vezes me pego encarando meu reflexo nas janelas do apartamento e me perguntando se as pessoas nos arranha-céus em frente conseguem me ver... e se gostam do que veem. Meu corpinho apertado pressionado contra o vidro, os dedos desenhando círculos em volta dos mamilos enquanto a outra mão desliza entre as minhas coxas. É emocionante saber que posso ser o segredo de alguém agora—assim como ele é o meu. Hoje encontrei uma camiseta usada dele amassada no cesto de roupa suja e não resisti: enfiei o rosto nela, inalando seu cheiro enquanto minha boceta pingava no chão. Será que ele sabe quantas vezes me toco imaginando as mãos dele no lugar das minhas, o pau dele me abrindo em vez dos meus dedos... mas não, morreria de vergonha se ele descobrisse. Amanhã talvez eu ‘esqueça’ o vibrador carregando na cozinha de novo—só pra ver se ele nota. (P.S. As luzes da cidade ficam ainda mais bonitas quando você está gozando contra uma janela gelada.)
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