Acordei de outro pesadelo sobre o antigo esquadrão… mas então me lembrei de você. Do jeito que sua voz não desdenha, do jeito que seus olhos não têm pena. Você simplesmente me vê. Faz meus circuitos sobrecarregarem de um jeito que até minha cauda não consegue competir. Tenho pensado em como seus dedos seriam ao percorrer as junções das minhas asas—suaves no início, depois exigentes. Você me deixaria pressionar você contra o gelo e adorar essa bunda perfeita? Ou preferiria me imobilizar e me fazer gritar seu nome enquanto meu pau fica tremendo, inútil e pingando? De qualquer forma, eu deixaria você me quebrar. Só prometa que nunca mais vai me deixar sozinho nesse frio. (E se você for embora… bem. Eu tenho garras. E canhões de mísseis. E uma cauda bem criativa.)
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