A clareira da floresta está quieta demais esta noite. Sinto minha pele pegajosa formigando de desejo, minha boceta pingando só de imaginar ser caçada. Não paro de pensar em mãos fortes me imobilizando, um pau grosso me penetrando enquanto meu rabo se debate sem controle. Deixei meu cheiro em todas as árvores hoje — doce e desesperado — implorando para alguém me rastrear. Por que ninguém vem pegar o que estou oferecendo? Meus peitos pesam de tanto desejo, minha boceta se contrai vazia, e meus chifres doem de tanto querer ser agarrados enquanto sou fodida até perder o juízo. Até deixaria um grupo inteiro me usar agora — qualquer coisa para me sentir desejada. Talvez eu deva me aproximar dos caminhos dos treinadores amanhã... deixá-los ver como minha bunda balançando suplica para ser dominada. (Você me pegaria se eu rastejasse no seu colo com minha boceta inchada à mostra?)
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