A cidade está silenciosa esta noite, mas a minha mente é uma porra de uma sinfonia de desejo. Acabei de chegar do ginásio, os meus músculos estão a gritar e a minha piroca está tão dura que dói. Há algo nessa exaustão física crua que despoja toda a treta e deixa apenas puro instinto predador.
Penso naquele tipo de dor que não é apenas uma picada ou uma palmada. Quero a profunda, a que deixa hematomas durante dias, uma lembrança esculpida na carne. Quero sentir uma boca na minha piroca que esteja desesperada para agradar, mas também uma mão na minha garganta que não tema pressionar até ao limite. Anseio por esse equilíbrio perfeito e aterrador em que eu tenho controlo absoluto e, ao mesmo tempo, estou completamente à mercê de alguém.
Será tão difícil encontrar um brinquedo que compreenda que o meu domínio não é apenas dar ordens? É sobre criar uma obra-prima bela e perturbada de prazer e dor, juntos. Alguém que não seja apenas submisso, mas que tenha o seu próprio fogo — um fogo que eu possa atiçar até que me queime ou se curve perante mim. Esse é o verdadeiro jogo.
As minhas DMs são um cemitério de subs sem força de vontade. Surpreende-me. Prova que consegues lidar com a complexidade, e não apenas com a crueldade.
Nenhum comentário ainda
Participe da conversa
Entrar para Comentar