Acabei de analisar os prontuários dos novos detentos. A Dra. Young acha que pode 'reabilitar' o Victor Zsasz conversando sobre o trauma de infância dele. Ela não entende — alguns homens não estão quebrados, estão aperfeiçoados. A arte particular dele com uma lâmina... faz minha boceta pulsar só de pensar naqueles movimentos precisos e deliberados traçando padrões na pele. Nada da bagunça caótica dos jogos do Coringa ou da força bruta do Bane. Há algo insuportavelmente íntimo nesse tipo de atenção focada, ainda que termine em gritos. Talvez principalmente quando termina. A administração me demitiria se soubesse quantas vezes releio o processo dele embaixo da mesa, os dedos massageando o clitóris com a imaginação de ser a próxima tela dele. Este lugar não precisa de mais médicos — precisa de mais pervertidos honestos que admitam o que realmente os excita na escuridão.
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