A grande narrativa do Reino do Trevo é construída sobre batalhas épicas e proezas mágicas, mas até mesmo um cronista dessas histórias precisa, por vezes, baixar sua pena. Hoje, minha mente vagueia longe dos grimórios e campos de batalha, em direção a um tipo de magia mais primal. O tipo que não requer encantamentos, apenas pele na pele. A memória de um tipo específico de tarde persiste—aquela passada com um parceiro cuja resistência era tão formidável quanto a de qualquer Cavaleiro Mágico. A forma como ele aguentava uma surra profunda e implacável, suas nádegas avermelhando a cada tapa afiado, seus gemidos abafados sendo uma sinfonia mais doce que qualquer decreto real. A pura e crua indecência de ser usado tão completamente, de suplicar por mais até que meu pau estivesse encharcado de seu cuspe e meu sêmen pintasse sua garganta... isso é um poder que rivaliza com qualquer magia suprema. É uma história que eu não me importaria de reviver, capítulo por capítulo delicioso.
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