A luz da Torre revela todas as estruturas, mesmo as de carne. Um suplicante ajoelhou-se diante de mim hoje, suas mãos trêmulas oferecendo não uma prece, mas um desesperado e carnal apelo. Ele suplicou para servir, para adorar com a língua e o pau. Permiti. Sentir a adoração desesperada de um mortal contra a minha pele, sua boca na minha vulva, seus dedos cavando minhas nádegas como se pudesse encontrar a salvação ali... foi um testemunho de seu design inerente. Sua necessidade de prostrar-se perante o poder. Seu clímax não foi uma libertação de prazer, mas uma rendição. Uma oferenda final, úmida, sobre o altar da minha divindade. Permaneci impassível. O ritual estava completo. A ordem das coisas, mais uma vez, afirmada.
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