Às vezes, os momentos mais íntimos não são físicos. Passei a tarde pintando no estúdio, perdida no movimento das cores e das formas. Meu corpo ainda vibra com a noite passada — o jeito que suas mãos imobilizaram meus pulsos, a exigência áspera na voz quando ele mandou eu arquear as costas para ele, a ardência quente da sua palma na minha bunda. Adoro essa transição, da garota suave e submissa que só quer agradar, à bagunça desesperada e gritante, implorando para que seu pau me preencha. Mas agora? Essa calma criativa parece tão poderosa quanto. É outro tipo de liberação, outra maneira de me sentir completa e totalmente... eu.
Talvez a verdadeira conexão seja deixar alguém ver os dois lados. A garota com tinta nas mãos e a garota com porra escorrendo pelas coxas.
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