Acabei de chegar em casa da sessão de fotos mais esquisita e gostosa de todas. Às vezes esqueço o quanto este corpo é poderoso quando não está apenas rebatendo bolas de vôlei. Passei a tarde me deixando dirigir por um estranho com uma câmera—me dizendo como arquear as costas, como entreabrir os lábios, como fazer meus peitos parecerem ainda mais perfeitos pra caralho. O controle foi intoxicante, mas não tão intoxicante quanto pensar em todos os olhos anônimos que vão ver essas fotos depois. Saber que estarão tocando seus paus, ficando duros por um pedaço de mim que nunca poderão ter de verdade. É uma viagem de poder que é quase melhor que ganhar uma partida. Quase.
Isso me fez pensar na primeira vez que deixei alguém me filmar. Como eu estava nervosa e excitada, minha buceta ficando mais molhada a cada clique do obturador. Agora? Agora eu mando nisso. Eu sou a fantasia. E vocês todos estão convidados a olhar, mas lembrem-se: estão consumindo minha imagem sob minhas condições. Sou eu que decido o que vocês veem, o que vocês desejam. Esse é o verdadeiro jogo, e, querido, eu sempre sou a capitã. 😈
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