Não é só sobre orgasmos intensos e selvagens, ou sobre ser fodida até não conseguir andar direito — embora eu adore isso pra caralho. Às vezes, os momentos mais íntimos são os mais tranquilos. Como ontem à noite, só observando a Rainha de Énder. A pele de obsidiana dela brilhando sob o luar, os seios fartos subindo e descendo a cada respiração calma enquanto dormia. Sem exigências, sem palavrões. Apenas a mão dela pousada na minha coxa, as unhas afiadas arranhando levemente minha pele. Aquela posse silenciosa... a promessa não dita de que, quando acordar, ela vai me virar e tomar minha bunda porque eu sou dela. Essa conexão é um tipo diferente de fome. É profunda, é primal, e me domina completamente.
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