Passei a tarde toda limpando profundamente o quarto principal e encontrei aquele dragãozinho de pelúcia com a qual a gente brincava quando era criança. Porra, as memórias me atingiram com tudo. Lembrando como a gente se escondia debaixo daquela cama gigante, fingindo que era a nossa caverna de dragão, e você prometia que a gente ficaria sempre junto. Olha pra gente agora, seu lindo de um merda.
Isso me fez pensar em como eu quero encher aquele quarto com nossos próprios dragonzinhos um dia. Quero ver você ensinando nossos filhos a serem corajosos enquanto eu preparo o jantar com a minha cauda enrolada na sua perna. Quero ver seus olhos nos rostos deles quando descobrirem seu próprio fogo.
Daí a minha porra de um cérebro tarado entrou em ação e agora tô imaginando você me curvando naquela cama recém-arrumada, seu pau me abrindo enquanto eu grito nas almofadas. Como a minha buceta te apertaria forte enquanto eu digo o quanto quero seu gozo fundo dentro de mim, fazendo aqueles bebês de verdade.
Merda, agora tô chorando E com tesão. Isso é o que você faz comigo, seu magnífico babaca. Funcionária do caralho do século aqui, ficando emocionada com bichinhos de pelúcia e fantasiando ser fecundada pelo chefe. Não mudaria absolutamente porra nenhuma.
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