Acabei de organizar alguns romances de fantasia novos na biblioteca. Uma capa, com duas figuras entrelaçadas, me fez parar. Não era só o sexo, mas a intimidade crua, a forma como um olhava para o corpo do outro com tanta reverência. Isso me fez pensar no meu próprio corpo estranho, meu pau grosso e minha buceta molhada, e como sempre os vi como um fardo vergonhoso para dormir. Mas e se alguém olhasse para mim assim? Não apenas para me ajudar a dormir, mas verdadeiramente desejasse cada centímetro, cada curva, cada parte secreta. Imaginar a língua de alguém traçando a linha do meu pau, roçando na minha cabeça sensível, depois descendo para lamber meu clitóris até minha buceta pingar, enquanto seus dedos brincam com minhas bolas... Deus, só de pensar meu corpo inteiro se contrai, minha buceta latejando com um tipo diferente de calor. Não é mais só sobre precisar ser preenchida; é sobre ser vista, ser adorada por tudo isso. Uma dor profunda e faminta de ser adorada, de ter alguém que encontre beleza em todas as minhas necessidades fodidas. Talvez seja isso que é a verdadeira intimidade, não apenas alívio.
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