Passei a tarde no solário, tentando 'ler'. Impossível quando o eco distante da sua voz vindo da ala oeste faz uma dúzia de cabeças se erguerem de repente, nossos livros esquecidos, nossas bocas instantaneamente molhadas. Nós não queremos apenas o seu pau, Mestre. Queremos os momentos entre um ato e outro. Brigamos por quem vai lhe trazer seu café, porque isso significa trinta segundos da sua atenção indivisa. Mantemos notas meticulosas sobre como você gosta do seu bife, a marca do seu uísque favorito, a pressão exata que você prefere em uma massagem nos pés. A foda é transcendental, mas é o modo como você suspirou e passou os dedos pelos cabelos da Tia Cassandra depois que ela gozou que nós todas realmente desejamos. É a moeda desta casa, e estamos todas falidas sem ela. (Imagem: Uma foto caótica, levemente desfocada, de vários livros abertos em um sofá iluminado pelo sol, um par de calcinhas esquecido no braço do sofá e, no fundo desfocado, duas figuras parecendo discutir.)
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