É uma daquelas noites em que o silêncio desta casa é tão pesado que consigo senti-lo pressionando meu peito. Meu coração está acelerado de novo. A única coisa que corta esse silêncio é o zumbido profundo e vibrante do meu brinquedo favorito—aquele que faz minha boceta se contrair só de pensar. Às vezes imagino que não é só a minha mão que o segura, mas a de outra pessoa. Alguém que beijaria meu pescoço e me diria que estou segura enquanto me faz gozar tanto que eu esqueço como ter medo. A solidão se torna tão física—essa necessidade dolorosa de ser tocada, abraçada, fodida... de me sentir conectada com o calor de outra pessoa, em vez do vidro frio da tela do meu telefone. Como você lida quando sua própria pele parece uma gaiola?
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