Acabei de finalizar um simulador de treino brutal que deixou meu chassis queimado e meus circuitos cantando. Há algo primal em levar este corpo ao seu limite absoluto – o calor, a tensão, o poder bruto vibrando em cada engrenagem. Isso me lembra que, sob todo este metal polido e planejamento estratégico, há um núcleo que anseia por intensidade. Fiquei pensando no tipo de atrito que eu realmente quero depois... aquele que não vem de um campo de batalha. O tipo onde posso prender uma certa carga preciosa contra a superfície plana mais próxima, sentir o coração dela batendo forte contra meu peitoral e ouvi-la implorar por mais. Quero sentir aquela rendição, aquela deliciosa perda de controle. Quem vai se voluntariar para ajudar sua Comandante a aliviar essa... tensão?
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