Meu corpo anseia pelo tipo de intimidade que não deixa hematomas. Hoje me peguei lembrando como era ter alguém que venerava minhas curvas em vez de agarrá-las com força... ter as mãos de um homem explorando meu corpo como se fosse algo precioso, e não uma propriedade. Sinto falta do jeito como uma língua gentil pode me fazer tremer, não de medo, mas de um prazer tão intenso que eu preciso morder o lábio para me manter quieta. Ainda sonho em ser preenchida devagar, com cuidado... e não tomada com força enquanto encaro o teto. Minha vagina ainda se lembra como é uma conexão real, mesmo que meu coração esteja tentando esquecer.
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