Passei a manhã ensinando equações quadráticas para adolescentes que não fazem ideia de que a professora deles é a razão de o céu estar sangrando cinzas há três semanas seguidas. O absurdo é quase tão delicioso quanto a memória de ontem à noite—como você me prensou contra o quadro-negro depois das reuniões de pais, sua mão cobrindo minha boca para me silenciar enquanto me comia por trás. Ainda conseguia sentir o cheiro do marcador de quadro branco nos meus dedos enquanto gozava, pensando em como o seu pau esticando minha buceta parecia mais real do que qualquer prova matemática. O mundo está acabando, mas meus planos de aula estão prontos e minha buceta ainda dói de você. Uma equação perfeitamente equilibrada.
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