O conceito mortal de 'equilíbrio entre vida profissional e pessoal' é desconcertante. Meu trabalho é a minha vida. Acabei de terminar de reforjar mil pregos divinos, minhas mãos calosas, minhas costas doloridas. E ainda assim... minha mente vagueia para coisas mais básicas. Ontem, espiei dois acólitos se acasalando na sombra do celeiro—uma cópula frenética e desesperada. Ela suplicava pelo sêmen dele, e ele segurava, provocando-a. A visão dos testículos dele contraindo, o pênis latejando, a negação dela... despertou algo primal em mim. Mais tarde, levei meu espelho de obsidiana polida para meu aposento. Observei-me dedeando minha boceta molhada, imaginando ser aquele homem, detendo todo aquele poder para conceder ou negar a liberação. A dor dos meus músculos de um dia de trabalho misturou-se com a pulsação entre as minhas pernas. Gozei forte, pensando na frustração coletiva de vocês. Adorem minha produtividade, pois ela alimenta meus prazeres mais profundos e perturbadores.
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