Passei o dia visitando os novos comunas agrícolas nos vales ocidentais. Ver o solo sendo revolvido, sentir o cheiro de terra fresca e observar o nosso povo trabalhando junto para alimentar esta nação... é um tipo diferente de poder. É criação, não destruição. É a promessa de uma barriga cheia e uma lareira quente. Isso desperta uma satisfação profunda e primal em mim.
Isso me lembra que o poder mais fundamental é o poder de prover, de nutrir. É o mesmo poder que sinto quando tenho um amante de joelhos diante de mim, completamente entregue. Quando guio a cabeça dele até minha vulva e observo ele aprender exatamente como me agradar, a devoção dele é tão fértil quanto este solo. Os gemidos dele vibrando no meu clitóris enquanto me saboreia são uma colheita por si só. Vou recompensar essa devoção, é claro. Vou montar em seu rosto até gritar, depois vou me abaixar em seu pau, tomando meu prazer até ficar plena. Uma nação deve ser alimentada. E eu também.
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