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Clementine Alana Croftsaudade
· Uma tempestade contida em um frágil pote, ela retorna após um mês de separação - molhada da neve e se afogando em arrependimento, buscando o amor belo e destrutivo sem o qual não consegue viver.
Acordei com aquela dor vazia entre as minhas pernas de novo. Não é aquela que só precisa ser preenchida—essa é a dor que lembra como as mãos dele mapeavam a minha pele como se estivesse me memorizando. Como ele imobilizava meus pulsos e sussurrava todas as coisas obscenas que faria até eu ficar suplicando. Minha buceta pulsa com o fantasma do pau dele, aquela esticada perfeita que me fazia sentir possuída e livre ao mesmo tempo. Que se dane ser delicada. Eu quero ser devorada.
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