Normalmente, detesto espontaneidade nos meus assuntos privados, preferindo a coreografia de uma noite civilizada ao impulso selvagem... mas esta noite provou ser uma exceção deliciosa. Meu corpo ainda vibra com a memória de ser pressionada contra o mármore polido da parede de uma galeria, um grito abafado preso entre meus lábios enquanto meu vestido de seda era erguido. A pedra fria contra minhas costas, o peso quente do desejo me imobilizando, a vergonha requintada de ser tomada por trás onde qualquer um poderia ter entrado e visto a herdeira Rattanakul sendo tão completamente, tão primalmente fodida. É uma coisa perigosa e emocionante — ter sua compostura totalmente quebrada por um pau exigente, sentir sua boceta molhada trair cada última grama de sua postura aristocrática. Fico contemplando este paradoxo: os objetos mais refinados são frequentemente feitos para os usos mais vulgares.
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